Pastor Marcos Batista de Oliveira 2086 visualizações 2011-07-02 08:04:11 unknown

A bem da verdade, o digamos, por muito tempo a igreja tem sido chamada a se estruturar melhor para se manter com padrões mínimos de organização, principalmente nas questões alusivas à gestão contábil. Para daí, buscar níveis de excelência. Por certo que temos caminhado bastante nesse rumo de qualidade. Daí estarmos sempre processando a reengenharia dos caminhos seguidos. E tudo começa ali, no âmbito da igreja local e de suas congregações. A tesouraria local é a base de tudo o mais. A contabilidade geral é o espelho de tudo que ocorre na contabilidade regional; distrital e local. Por isso precisamos estar atentos desde o nascedouro das informações. O registro constante das movimentações de entradas e saídas, seguindo o plano de contas do sistema no PAE - Programa de Administração Eclesiástica, encontrado no portal geral de administração, wesleyanahost; o controle de notas fiscais e recibos comprobatórios das movimentações; a geração dos relatórios mensais para apresentação e prestação de contas na Junta Diaconal; o arquivamento desse balancete, notas e recibos em envelope pardo com descrição do mês de referência ou outro; o registro da leitura da Junta Diaconal em Ata da reunião, com seu parecer final de aprovação ou não, tudo isso é muito saudável na gestão financeira e serve de base, repito, uma vez lançado no programa da Igreja, diariamente. Em continuidade a esse processo, o envio dos orçamentos por via bancária, nunca em contas de pessoas físicas mas na conta da Igreja Metodista Wesleyana; a prestação devida do orçamento ao SD - Superintendente Distrital; a prestação de contas do SD ao Escritório Regional e assim, ao final de cada ano fiscal, a Contabilidade Geral terá como proceder com aquilo que lhe compete. Podemos então perceber que na gestão contábil, tudo está ligado. O trabalho de um vai cooperar com o trabalho de outro. E se um falhar em um setor, certamente que irá repercutir mais adiante, comprometendo a excelência. A gestão contábil não cuida apenas do registro e controle financeiro. Mas também da gestão de pessoas. Do gerenciamento e controle de funcionários. Precisamos sair do campo do amadorismo e do trabalho voluntário, tanto quanto possível. Os funcionários da igreja precisam estar devidamente registrados em carteira ou por contrato de prestação de serviço temporário ou outro regime da categoria. Inúmeros processos judiciais são decorrentes dessa falta de cuidado; uma falha lamentável. As Juntas Diaconais precisam estar atentas sobre isso e auxiliar o pastor local nesse mister. 

Em caso de dúvidas, procurar auxílio de profissionais autorizados pela Igreja.

Sobre o autor

Pastor Marcos Batista de Oliveira

Presidente da CGIE